É muito mais profundo do que parece, é muito mais complexo, são ciclos, alterações, filhos, sangue.
A realidade da mulher, a divindade da mulher está acima de qualquer doutrina, nós temos a doutrina do nosso corpo , nós temos nossas regras.
A mulher tem direito de tudo, de gritar, de chorar, de ficar só, de realizar sonhos, de amamentar, de parir.
A mulher pode tudo ela é Deusa, mas não no sentido prepotente, mas no sentido Natural.
A mulher sabe, que sabe, a mulher sabe viver, sabe morrer, todos os meses, todas as luas, todos os dias.
A mulher é linda, é sábia, é doadora, é receptora.
Sejamos mulheres, sem medo, a mulher não é frágil , ela é o ser mais forte que existe , mais resistente!
Seja mulher, viva a Lua, viva a Terra , Viva a Deusa. Dance com o ventre, com os braços com os seios , salte como as lobas.
A mulher é livre.
A mulher é livre da depressão, pois ela pode ver a vida, ela é livre do medo porque ela vê a esperança, a mulher é livre das desgraças porque ela é proteção.
Ser mulher, é algo único, então seja.
A mulher começa dos pés, e termina nos cabelos, você é mulher por inteiro.
Um Blog para as mulheres selvagens, aquelas que não perderam a identidade da mulher mãe, intuitiva, sensual, natural, que não perderam a identidade da mulher loba que amamenta, que luta até a morte, que ama incondicionalmente. (Título e algumas postagens baseados no livro Mulheres que correm com os Lobos de Clarissa Pínkola Estés)
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Você quer o que?? Mudar o mundo? Resp: Siiiim
É ué, eu quero mudar o mundo...
Porque não??
Não estou errada em querer mudar o mundo, somente tenho que ter cuidado em como quero fazer isso.
O poder de fazer isso está nas minhas mãos a partir do momento que eu sei que só conseguirei melhorar as coisas através das minhas atitudes.
Estou passando por situações muito frequentes no meu trabalho, quando quero tentar organizar alguma coisa, melhorar as coisas, sempre tem alguém que vem atrás falando que nada daquilo vai adiantar.
Olhando de uma forma geral, realmente é desanimador, maaaas, porque eu devo ir na mesma onda?
Eu sou diferente mesmo, não gosto de ser igual, não sou igual e nem nunca vou ser.
E isso incomoda que é uma beleza.
Eu quero convidar cada um de vocês poucos que lêem meu blog abandonado (rsss) a fazer a diferença.
Eu não arranco as folhas das árvores, eu não escovo os dentes com a torneira aberta, eu não trato as pessoas mal.
Porém todos os dias vejo a Natureza ser destruída, vejo meu vizinho lavando a varanda do casarão dele com uma mangueira ligada a manhã inteira e perco as contas de quantas vezes sou tratada mal.
E é isso.
É uma boa postagem pra voltar a postar no blog??
Acho que sim.
Bjs
Porque não??
Não estou errada em querer mudar o mundo, somente tenho que ter cuidado em como quero fazer isso.
O poder de fazer isso está nas minhas mãos a partir do momento que eu sei que só conseguirei melhorar as coisas através das minhas atitudes.
Estou passando por situações muito frequentes no meu trabalho, quando quero tentar organizar alguma coisa, melhorar as coisas, sempre tem alguém que vem atrás falando que nada daquilo vai adiantar.
Olhando de uma forma geral, realmente é desanimador, maaaas, porque eu devo ir na mesma onda?
Eu sou diferente mesmo, não gosto de ser igual, não sou igual e nem nunca vou ser.
E isso incomoda que é uma beleza.
Eu quero convidar cada um de vocês poucos que lêem meu blog abandonado (rsss) a fazer a diferença.
Eu não arranco as folhas das árvores, eu não escovo os dentes com a torneira aberta, eu não trato as pessoas mal.
Porém todos os dias vejo a Natureza ser destruída, vejo meu vizinho lavando a varanda do casarão dele com uma mangueira ligada a manhã inteira e perco as contas de quantas vezes sou tratada mal.
E é isso.
É uma boa postagem pra voltar a postar no blog??
Acho que sim.
Bjs
sábado, 9 de outubro de 2010
A borboleta no muro.
Andava pela rua em um início de tarde, e naquela tarde tudo me parecia tão difícil, tão complicado, naquela rua, estava difícil até de continuar a caminhada, pois o vento estava forte, eles disseram algo na meteorologia que iria ventar forte, mas não imaginei que seria tão forte!
E era difícil, cansativo, assim como minha vida. O Vento balançava com certo vigor meus cabelos, a fita da minha roupa e o véu da senhora que estava à minha frente.
Eu estava quase desistindo de lutar quando vi uma borboleta no muro, o vento soprava suas duas asas pendiam para o mesmo lado, e aquela frágil criatura continuava como que grudada no muro.
Isso me deu forças para continuar caminhando.
E era difícil, cansativo, assim como minha vida. O Vento balançava com certo vigor meus cabelos, a fita da minha roupa e o véu da senhora que estava à minha frente.
Eu estava quase desistindo de lutar quando vi uma borboleta no muro, o vento soprava suas duas asas pendiam para o mesmo lado, e aquela frágil criatura continuava como que grudada no muro.
Isso me deu forças para continuar caminhando.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Abrindo as asas.
O Amor pela própria Alma. Amor próprio. Aceitação de si mesma.
Quando ouvimos ou lemos algo sobre aceitar a si mesma, sempre nos vem à mente coisas ruins que temos que aceitar, defeitos, coisas desagradáveis, etc.
Reelendo o livro que inspirou este blog, uma coisa me chamou atenção.
Em uma das suas explicações a autora nos mostra claramente que a aceitação do self tem como principal aspécto a aceitação da nossa beleza, da nossa arte, enfim, daquilo que temos de melhor.
Certa vez fui à cabelereira como de costume, e neste dia ela fez um modelo diferente nos meus cabelos, realmente ficou muito bonito.
Quando ela terminou que me mostrou o trabalho eu disse que gostei, porém estava parecendo que eu iria a alguma festa, e que não tinha necessidade daquilo.
Esta época era uma época de transformação em todos os sentidos pra mim ( posso dizer que ainda estou neste estágio)
Uma época de transformação, onde eu estava lutando contra minha negatividade.
A cabeleireira me respondeu dizendo que eu não sabia ser bonita.
Muito interessante a resposta dela, ela não disse que eu não era bonita, nem que eu era, nem que eu precisava ser.
Ela disse que eu não aceitava a minha beleza.
Na verdade eu não queria ficar bonita.
Pois, com frequência nos privamos do que mais tememos, algumas coisas nos tiram da zona de conforto.
Na dança muitas vezes quando eu era elogiada, não soube aceitar o elogio, com medo do meu orgulho.
Este livro acendeu muitas luzes, muitos insights me vieram.
Como dizia minha mestra de dança, fichas cósmicas caíram.
Essa postura de não querer ser elogiada, ou de não saber aceitar um elogio está relacionada com a aceitação da nossa alma.
Nós sabemos onde somos boas, sabemos do nosso poder de sedução, da nossa inteligência. A mulher já nasce bonita, nossa fisiologia trabalha desde que nascemos para termos formas bonitas, cheiro que atraia o macho, formas arredondadas e sensuais que agucem os sentidos de quem estiver a nossa volta.
Isso é algo imutável, natural, somos assim porque a Deusa quis assim e ponto final.
Nós mulheres sabemos que somos irresistíveis, por isso muitas se escondem dentro de saias longas, hábitos, burcas, ou em baixo de longos cabelos descuidados.
Porque se esconder se não apresentamos nenhum perigo...??
Mas o problema é que somos perigosas como as lobas, nossa natureza selvagem é perigosa e mortal para antigos padrões, para nossa tristeza, para nossa zona de conforto, para aquele nosso olhar de coitadinha, para aquele nosso banquinho velho de vítima. E sempre existirá alguém querendo acabar com a nossa raça de mulheres perigosas, assim como fazem com os lobos alegando serem possuídos, ou agressivos e selvagens. O caçador de lobos muitas vezes não é o padre, ou o pastor, o marido ou o namorado, na maioria das vezes somos nós mesmas que caçamos e torturamos nossa alma selvagem, com vergonha dela!
Afinal, a única que tem acesso ao seu interior, à sua mente e espírito é você mesma!
Ninguém melhor do que você mesma para aprisioná-la ou libertá-la
Termino essa postagem com um trecho do capítulo que me deixou com os olho cheios de lágrimas e com minha alma cheia de mim mesma.
"Uma loba sabe a beleza que tem ao saltar.
Uma fêmia de felino sabe as belas formas que cria ao se sentar.
Uma ave não se espanta com o som que ouve ao abrir as asas.
Aprendendo com elas, simplesmente agimos à nossa própria maneira e não evitamos nossa beleza natural nem nos escondemos dela. Como os animais, simplesmente somos, e isso é bom."
(Estés Clarissa Pinkola, Women who run with the wolves)
Quando ouvimos ou lemos algo sobre aceitar a si mesma, sempre nos vem à mente coisas ruins que temos que aceitar, defeitos, coisas desagradáveis, etc.
Reelendo o livro que inspirou este blog, uma coisa me chamou atenção.
Em uma das suas explicações a autora nos mostra claramente que a aceitação do self tem como principal aspécto a aceitação da nossa beleza, da nossa arte, enfim, daquilo que temos de melhor.
Certa vez fui à cabelereira como de costume, e neste dia ela fez um modelo diferente nos meus cabelos, realmente ficou muito bonito.
Quando ela terminou que me mostrou o trabalho eu disse que gostei, porém estava parecendo que eu iria a alguma festa, e que não tinha necessidade daquilo.
Esta época era uma época de transformação em todos os sentidos pra mim ( posso dizer que ainda estou neste estágio)
Uma época de transformação, onde eu estava lutando contra minha negatividade.
A cabeleireira me respondeu dizendo que eu não sabia ser bonita.
Muito interessante a resposta dela, ela não disse que eu não era bonita, nem que eu era, nem que eu precisava ser.
Ela disse que eu não aceitava a minha beleza.
Na verdade eu não queria ficar bonita.
Pois, com frequência nos privamos do que mais tememos, algumas coisas nos tiram da zona de conforto.
Na dança muitas vezes quando eu era elogiada, não soube aceitar o elogio, com medo do meu orgulho.
Este livro acendeu muitas luzes, muitos insights me vieram.
Como dizia minha mestra de dança, fichas cósmicas caíram.
Essa postura de não querer ser elogiada, ou de não saber aceitar um elogio está relacionada com a aceitação da nossa alma.
Nós sabemos onde somos boas, sabemos do nosso poder de sedução, da nossa inteligência. A mulher já nasce bonita, nossa fisiologia trabalha desde que nascemos para termos formas bonitas, cheiro que atraia o macho, formas arredondadas e sensuais que agucem os sentidos de quem estiver a nossa volta.
Isso é algo imutável, natural, somos assim porque a Deusa quis assim e ponto final.
Nós mulheres sabemos que somos irresistíveis, por isso muitas se escondem dentro de saias longas, hábitos, burcas, ou em baixo de longos cabelos descuidados.
Porque se esconder se não apresentamos nenhum perigo...??
Mas o problema é que somos perigosas como as lobas, nossa natureza selvagem é perigosa e mortal para antigos padrões, para nossa tristeza, para nossa zona de conforto, para aquele nosso olhar de coitadinha, para aquele nosso banquinho velho de vítima. E sempre existirá alguém querendo acabar com a nossa raça de mulheres perigosas, assim como fazem com os lobos alegando serem possuídos, ou agressivos e selvagens. O caçador de lobos muitas vezes não é o padre, ou o pastor, o marido ou o namorado, na maioria das vezes somos nós mesmas que caçamos e torturamos nossa alma selvagem, com vergonha dela!
Afinal, a única que tem acesso ao seu interior, à sua mente e espírito é você mesma!
Ninguém melhor do que você mesma para aprisioná-la ou libertá-la
Termino essa postagem com um trecho do capítulo que me deixou com os olho cheios de lágrimas e com minha alma cheia de mim mesma.
"Uma loba sabe a beleza que tem ao saltar.
Uma fêmia de felino sabe as belas formas que cria ao se sentar.
Uma ave não se espanta com o som que ouve ao abrir as asas.
Aprendendo com elas, simplesmente agimos à nossa própria maneira e não evitamos nossa beleza natural nem nos escondemos dela. Como os animais, simplesmente somos, e isso é bom."
(Estés Clarissa Pinkola, Women who run with the wolves)
domingo, 15 de novembro de 2009
Música da Morte
E a música soa, lenta e linda. Meus ouvidos não querem deixar deouví-la, é como uma droga que sacia meu vício.
Mas é esse seu objetivo, que eu a escute, de novo, e de novo, e de novo.
E cada vez que ela se repete algo me é tirado.
E eu a ouço, não consigo parar, como é lindo e doce seu som, como é maravilhoso, não posso parar.
Desse som depende minha vida, porém édele que vem a Morte.
E como ele é cruel em não tirar de vez a minha vida, não não não... ele tira minha felicidade, meus amores, meus sonhos, meu sorriso, minha beleza, ele vai tirando tudo de mim, e esta última vez, ele tirou minha esperança.
Porque não me tira a vida?
Leva meu sopro, minha respiração, leva... deixe-me fria, leve meu sangue...pela Deusa!
Quando Ó Morte, quando eu não terei mais que ouvir este som?? Quando essa música acaba?
Eterno..sofrimento eterno...eternidade, sem esperanças nem de morrer... então continue tocando, ó Anjo, continue, é o que me resta, e é tão lindo, tão doce, tão suave. Não pare...
Mas é esse seu objetivo, que eu a escute, de novo, e de novo, e de novo.
E cada vez que ela se repete algo me é tirado.
E eu a ouço, não consigo parar, como é lindo e doce seu som, como é maravilhoso, não posso parar.
Desse som depende minha vida, porém édele que vem a Morte.
E como ele é cruel em não tirar de vez a minha vida, não não não... ele tira minha felicidade, meus amores, meus sonhos, meu sorriso, minha beleza, ele vai tirando tudo de mim, e esta última vez, ele tirou minha esperança.
Porque não me tira a vida?
Leva meu sopro, minha respiração, leva... deixe-me fria, leve meu sangue...pela Deusa!
Quando Ó Morte, quando eu não terei mais que ouvir este som?? Quando essa música acaba?
Eterno..sofrimento eterno...eternidade, sem esperanças nem de morrer... então continue tocando, ó Anjo, continue, é o que me resta, e é tão lindo, tão doce, tão suave. Não pare...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Presença
A fumaça do incenso se funde com a melodia, as luzes começam a se misturar com as cores e o ar com o calor.
Ela está aqui, meu ventre pulsa, meus pés esquentam, minha alma se ergue, e assim eu danço, e agora, eu sou a música e a fumaça, eu sou o calor e a vida, eu sou Ela e ela está em mim... um só corpo, uma só alma.
Ela beija meu rosto e seus lábios têm uma luz lilás, ela me olha e seus olhos têm uma luz verde, Ela me toca e suas mãos têm uma luz branca.
Ela fala, e sua voz é dourada!
Sua voz é doce!
como é suave!
Como é forte!
Eu estremeço, e por fim desfaleço!
Ela a Deusa está aqui comigo, e só isso basta!!
Ela está aqui, meu ventre pulsa, meus pés esquentam, minha alma se ergue, e assim eu danço, e agora, eu sou a música e a fumaça, eu sou o calor e a vida, eu sou Ela e ela está em mim... um só corpo, uma só alma.
Ela beija meu rosto e seus lábios têm uma luz lilás, ela me olha e seus olhos têm uma luz verde, Ela me toca e suas mãos têm uma luz branca.
Ela fala, e sua voz é dourada!
Sua voz é doce!
como é suave!
Como é forte!
Eu estremeço, e por fim desfaleço!
Ela a Deusa está aqui comigo, e só isso basta!!
Ao leitor
Um dia destes perguntei a alguém qual era meu pior defeito.
Ora, vejam só a minha pergunta.. pior defeito... e por acaso existe melhor defeito?
E por acaso existe pior qualidade?
Como diria meu pai, pergunta medíocre.
Existiam tantas outras formas de se construir esta pergunta para torná-la um pouco mais coerente... sim meus caros amigos, porque menos tola... impossível.
Realmente somos todos complexos, e cheguei à conclusão de que não é a complexidade que está deixando de existir, e sim as pessoas que estão deixando de ter curioidade de estudá-la.
Tentei recuperar esta curiosidade fazendo esta pergunta e acabei percebendo que além de não saber mais formular perguntas, ainda pior que isso, não sei as respostas.
E tudo volta a ser como era, nada mudou, nem a pergunta, nem a resposta, nem a passoa a qual ambas se referem.
Respeitosamente,
Alguém que ainda não se encontrou
Ora, vejam só a minha pergunta.. pior defeito... e por acaso existe melhor defeito?
E por acaso existe pior qualidade?
Como diria meu pai, pergunta medíocre.
Existiam tantas outras formas de se construir esta pergunta para torná-la um pouco mais coerente... sim meus caros amigos, porque menos tola... impossível.
Realmente somos todos complexos, e cheguei à conclusão de que não é a complexidade que está deixando de existir, e sim as pessoas que estão deixando de ter curioidade de estudá-la.
Tentei recuperar esta curiosidade fazendo esta pergunta e acabei percebendo que além de não saber mais formular perguntas, ainda pior que isso, não sei as respostas.
E tudo volta a ser como era, nada mudou, nem a pergunta, nem a resposta, nem a passoa a qual ambas se referem.
Respeitosamente,
Alguém que ainda não se encontrou
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