quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Vida - Morte - Vida

A morte é necessária, quando nos deparamos com o lado obscuro, dolorido, difícil...estamos nos deparando com o primeiro passo do longo caminho do aprendizado.
Sem tomarmos consciência disso, sem reconhecermos essas três etapas VIDA-MORTE-VIDA não chegaremos à luz no fim do túnel. Santo Agostinho chama esse encontro de " Noite escura da Alma", Santa Tereza de Jesus em seu livro "Castelo Interior" diz que encontramos a morte no caminho do salão principal do castelo, onde existem obstáculos e "animais peçonhentos".
Na cultura egípicia, vemos a morte quando Ísis desce ao Hades, às profundezas dos infernos para juntar os pedaços de seu amado Osíris, para retornar à vida Ísis possui uma chave.
E assim, em todas as culturas e religiões temos este simbolismo.
Nossa alma é complexa, precisamos mergulhar profundamente em nós mesmos para conseguir entedê-la. É um trabalho duro, árduo e difícil, exige um grande esforço pessoal. Por isso temos que nos concentrar em nós mesmos e poupar energia.
Boa viagem para todos nós!!!!


sábado, 18 de agosto de 2007

Roda da Fortuna


Quero que esta data fique bem marcada, pois nela aconteceu exatamente o que as três Deusas do Destino me disseram, a roda não para, e estou nela, não posso me soltar.

Mas estou firme, não corro este risco!

Neste dia fui "dispensada".

Neste dia fui aceita.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Under My Umbrella




É, tenho alguém que pode dividir o guardachuva comigo.


Ainda não caiu a ficha ainda, sabe quando tudo parece ser perfeito demais!!!!


Bem, o que posso dizer é que esperei muito por esse momento, e que agora preciso aproveitar o máximo tudo que está acontecendo!


Sweet, you can stand under my umbrella!!!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

O Terno


Um homem foi ao alfaiate provar o terno que havia encomendado.

Ao vestí-lo, viu que a barra do colete estava torta.

O alfaiate não esperou pela reclamação e logo sugeriu:

- Isso não é nada, puxe o lado mais curto com a outra mão e o problema está resolvido.

O homem logo obedeceu.

ao olhar novamente no espelho, percebeu que um lado da lapela estava levantada, o alfaiate não exitou:

- Isso não é nada, segure o lado levantado inclinando um pouco a cabeça.

e o homem obedeceu.

Mas quando olhou novamente viu que o cavalo estva muito apertado.

o alfaiate mais uma vez disse:

- Nõ tem problema, puxe o cavalo para baixo com a outra mão.

E o homem saiu com "todos os defeitos do seu terno arrumados".

ao passar pela praça um dos homens que jogavam baralho comentou:

- Pobre homem aleijado...

E o outro completou!

- Que é um pobre coitado por ser aleijdo ele é, mas gostaria de saber onde ele comprou este terno tão elegante.

( Clarissa pínkola Estés do Livro Mulheres que Correm com os Lobos)

Moral da história!

Na tentativa de "moldar-se" para a sociedade, muitas vezes aleijamos nossa alma...

Têm mais coisas ainda que quero escrever sobre isso, aguardem!

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Uma mulher solitária.


Eu ia escrever um texto hoje que iam revelar muitas coisas sobre mim, mas quando terminei o post, simplesmente apaguei tudo de uma vez.

Agora, finalmente encontrei uma comunidade no orkut onde posso divulgar meu blog e as pessoas estão comentando!!! I'm loving it! Rssss

Acho que expor minha alma aqui não vai ser legal.

só permaneceu o título "Uma mulher solitária".

O texto explicava o título, para que os leitores não o levassem ao pé da letra.

Mas ficou muito complicado explicar isso, vocês não entenderiam nada! E me achariam lelé da cuca.(O que não seria um julgamento 100% equivocado rsss)

Vou postar um texto explicando um pouco (para os que não conhecem ) A Deusa Kali, já que postei um mantra de Kali e sua figura assustadora, agora vamos saber um pouco mais sobre ela, não se assustem!Rsss



Kali é representada como uma mulher preta com quatro braços; em uma mão ela tem uma espada, em outra a cabeça do demônio que ela caçou, com as outras duas ela encoraja seus adoradores. Seus brincos são dois cadáveres e ela veste um colar de crânios; ela veste apenas um cinto feito de mãos de homens mortos, e sua língua fica pra fora da boca. Seus olhos são vermelhos, e seu rosto e seios estão lambuzados de sangue. Ela fica em pé, com um pé apoiado na coxa e outro no peito de seu marido.

Todo mundo fala da crueldade da aparência de Kali. Mas, apesar de sua forma cruel ser cheia de símbolos assustadores, as pessoas acabam por interpreta-los de maneira errada: o fato de Kali ser negra, por exemplo, simboliza sua natureza compreensiva e abrangente, já que preto é a cor na qual todas as outras cores se fundem; o preto as absorve e dissolve. Assim como todas as cores desaparecem no preto, também todos os nomes e formas desaparecem em Kali' (Mahanirvana Tantra). O preto também é a completa ausência de cor, significando também a natureza de Kali como a realidade última. No sânscrito isso é chamado de nirguna (além da qualidade e forma). De qualquer maneira, a cor preta de Kali simboliza sua transcendência de todas as formas.

A dádiva de Kali é a liberdade, a liberdade da criança de aproveitar o momento, e só é conquistada após o confronto ou aceitação da morte. Se ignoramos a morte, fingimos que somos fisicamente imortais, fingimos que o ego é o centro das coisas, provocamos em Kali uma risada de deboche. Se confrontamos ou aceitamos a morte, ao contrário, compreendemos um modo de vida que pode encantar-nos e divertiremo-nos com o jogo dos deuses. Aceitando a mortalidade estaremos prontos para ir, cantar, dançar e gritar. Kali é a mãe de seus devotos não porque os protege da maneira que as coisas realmente são, mas porque ela revela a eles sua mortalidade e com isso liberta-os para agir com plenitude e livres, liberta-os da inacreditável teia de ligação que são a pretensão, praticidade e racionalidade adulta.
Sarasvati (Colunista do Site Tribos de Gaia www.tribosdegaia.com.br )

sábado, 23 de junho de 2007



O que escrevo neste blog, são experiências do meu dia a dia, coisas que vou aprendendo com situações, pessoas...etc e olha que quando estamos dispostos a aprender cada pedacinho do nosso dia dá pra tirar uma lição!!

É um blog para que as pessoas reflitam, principalmente as mulheres!!
Você é o artista que cria sua vida...você é o escultor, o escritor, o coreógrafo, o maestro!

Vi uma frase parecida com essa em um filme. Olha, o pior que é isso mesmo, ou o melhor... depende do ponto de vista, nós somos responsáveis por tudo que acontece na nossa vida.




Aura amarela como o ouro ,vitória, alegria, vibração, energia, satisfação, espírito "rellenado" repleto de mim mesma! Nada mas, não necessitamos de mais nada para nossa alma, encontre-se e sua alma revivera, renascerá das cinzas como a Fênix.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

"Vez em quando"


Asas Cortadas ( Jorge Vercilo)


Eu, pássaro perdido
Que avoou sem medo
Quando era menino
Sério, eu chego a me lembrare logo chega o mundo
Pra intimidar
Eles gritam e conseguem me assustar
Eu me sinto gaivota sobre o mar
Que afundou as asas nas manchas de óleo ao mergulhar
E agora não consegue mais voar
Um dia eu vou voar
Sei, sei tudo que posso
Mas vem essa leie impõe o ócioquem tem um olho é rei
Se eu desafiar, incomodarei
Vez em quando bate um vento por aqui
Abro as minhas asas pra tentar subir
Mas com tanto tempo preso a essas grades, me esqueci
E agora tenho medo de cair
Tiê,
Venha das alturas me salvar
No maciço da Tijuca pousará
Onde as nuvens se debruçam
E eu não canso de esperar
Sua liberdade me libertará
Abra as suas asas
Vai sem medo, vai
Vai ganhar o céu
Quem provou da liberdadenão terminará
Preso as próprias grades
Um dia eu vou voar
Eu já vivi no ar
Vem me ver voar
Vem me ver voar